sábado, 4 de abril de 2009
Não chores por mim, Argentina!
Ai que Burrito!!!
O Outro Eu
A gente precisa aceitar que esse camarada é a nossa carne pecaminosa acesa dentro de nós, latejando feito dor de dente. Aquele ser que Paulo, o apóstolo diz em Romanos que constantemente entra em batalha porque o mal que ele não quer fazer, esse ele faz e o bem que ele quer fazer, esse ele não faz. E ainda pergunta num clímax de desespero; “quem me livrará do corpo dessa morte?”
Sexo, Casamento e Dores de Cabeça

Deus não odeia o sexo! Isso precisa ficar bem claro! Ele criou e fica extremamente feliz quando Seus filhos aproveitam no tempo certo e com a pessoa certa um dos maiores presentes que Ele deixou para nós. Deus criou o homem e a mulher para que se relacionassem e tivessem filhos, tivessem descendência. Para que isso ocorresse era necessário haver relações sexuais entre os dois para que o propósito de Deus se cumprisse. Tendo isso em mente percebemos implicações um tanto quanto sérias.
Deus não os quer assim. Sofrendo e se perdendo. Apesar de o sexo ser algo tremendamente bom e muito abençoador na vida de qualquer pessoa, ele só se tornará isso se feito dentro das regras do jogo. Isso mesmo, o sexo é como um jogo com regras e se não seguimos com cuidado as regras, acabamos por perder o jogo e não sabemos aproveitar o máximo da diversão que isso poderia nos causar!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Faça a Revolução

BIBLE FIGHT



Mais uma vez a internet é muito criativa!! Até demais!! A nova é essa imagem do um possível embate virtual em um game onde Jesus enfrenta Satan tanto no calvário (reparem a cruz vazia) e no meio do Mar Vermelho (Moisés já estaria do outro lado)!!!Espinhos, Abrolhos e Cebolas

Já por várias vezes vemos essa palavra sendo usada de modo inapropriado e sem qualquer critério! Usa-se “irmão” para falar daquela pessoa que a gente esqueceu o nome. E nesse aspecto toda palavra é válida: “querido”, “amado” e etc. Nem se preocupa se de fato aquela pessoa é amada e querida mesmo. Na maioria das vezes não o é! A gente esqueceu, e pra não ficar feio esquecer o nome daquele presbítero importante, daquele médico renomado, daquele diácono emérito, a gente prefere chamá-lo de “irmão”.
Pois bem, tendo essa pequena explanação em nossa mente, podemos entender agora porque Cristo chamou todos os seus discípulos de irmãos, irmãs e mãe. Justamente porque Ele estava dizendo a todos que estavam ali presentes que fazendo a vontade do Pai, seríamos família de Deus. Por isso que Ele diz: “irmão, irmã e mãe”. Esse três elementos, junto com o pai, formam o que chamamos de Família. A questão não estava em saber quem era irmão, quem era irmã e quem era mãe. Todos ali eram tudo isso!
Uma das coisas que aprendemos com Jesus é que irmão nunca trai o outro. E se acontecer, como por diversas vezes acontece, porque somos humanos e não somos deuses, graças a Deus, é totalmente viável a reconciliação e o perdão nesses momentos. Tem aquele momento da raiva, do choro e da dor, mas logo vem a paz e o desejo de estar junto de novo para brincar e conversar. Irmão é assim!
VIDA LOUCA, VIDA IMENSA

sexta-feira, 27 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
1º Congresso de Jovens e Adolescentes do Oeste Paulista
Galera, esse evento acontecerá em Presidente Prudente - SP na Igreja Presbiteriana do Brasil Central nos dias 08 a 10 de Maio. R$ 25,00 é o investimento para esse evento, portanto qualquer informação e inscrição é sóligar no horário comercial nesse número (18) 3222-4618.O Menino Que Queria Voar
terça-feira, 24 de março de 2009
Yes, we can!!!
Obrigado pelos comentários que recebo por email e pelo orkut dos artigos que coloco aqui!!
Mais uma vez não deixarei vcs sozinhos!! Volto a postar meus pensamentos e elocubrações de alguém que gosta de pensar e escrever!!
Abração a todos!!
e Até um próximo post!!
Voltei a Acreditar em Papai Noel
Tive uma grande decepção na minha infância quando aos nove ou dez anos descobri que o Papai Noel de todos os natais da minha família era um amigo do meu pai. Vi o dito cujo trocando de roupa na parte de trás da minha casa. Gritei, chorei e quase que bati no rapaz pensando que ele tinha roubado a roupa do Papai Noel para enganar a mim e aos meus primos. Depois acabei descobrindo também que não era o Papai Noel que colocava os presentes debaixo da árvore de Natal, eram os meus pais que fingiam e mentiam para mim. Que tristeza, que vergonha! Agora o Natal não tinha mais graça nenhuma, a não ser quando ganhava os presentes.
É claro que toda aquela conversa de que o sentido do Natal é Jesus estava no meu coração e eu sabia que o Natal não só significava presentes e comer aquele peru assado. Eu sabia de tudo isso, mas o Papai Noel era como se ele viesse como um enviado de Deus. Se Papai Noel não existe, tampouco Deus existe e tampouco Jesus nasceu. Mas fui crescendo e fui entendendo algumas coisas e vi que Deus existe independentemente de eu acreditar n’Ele ou não, e entendi que Jesus de fato nasceu, e também entendi sobre a graça desse Deus que se revela nessas coisas infantis e quase que ridículas. Quando entendi isso foi uma sensação de felicidade com nostalgia e voltei a acreditar nessas coisinhas ridículas que dão graça e esperança à vida da gente.
Que maravilhosa loucura! Gente, tenho 27 anos de idade, sou casado, pastor presbiteriano e digo pra quem quiser ouvir: “Eu voltei a acreditar em Papai Noel”. Não sei se vão me caçar (até seria uma experiência muito xiita e quase que terrorista), ou se vão me levar na brincadeira, ou até se vão me levar a sério, pelo menos dessa vez. Mas gostaria que entendessem o porquê dessa mudança de opinião na altura do campeonato.
Ao olhar para o nosso mundo e para tudo que tem acontecido, vejo que a humanidade não acredita em mais nada, nem mesmo em Deus. Acreditar no Papai Noel não é substituir o senhorio do nosso Salvador Jesus, nem mesmo era pretensão de quem criou essa figura mágica colocar Jesus como servo de Noel. Na verdade, podemos acreditar que esse bom velhinho nada mais é que mais um servo de nosso Rei, como sugeriu C.S. Lewis em seu livro “As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa”. Papai Noel é mais uma manifestação da graça de Deus nesse mundo louco e descontrolado.
Observe o olhar das crianças quando aquele velhinho de roupa vermelha aparece em suas casas ou na televisão. Chega a brilhar de esperança de que o ano que vem as coisas vão dar certo, tudo pode mudar porque o Papai Noel apareceu a mando do menino Jesus.
Povo querido de Deus, a vida deve ser temperada por nós como sal da Terra e deve ser aquela iluminada através da frestinha da janela ou do telhado. A gente leva muita coisa a sério e dá muita coisa para o Diabo que não é dele. Tudo é de Deus e se pertencemos a Deus, portanto, tudo é nosso e para o nosso bom uso.
É claro que exageros acontecem, mas tudo por falta de conhecimento e de explicações. É mais fácil dar ao Diabo do que explicar como as coisas funcionam da maneira de Deus. É mais fácil tachar as coisas do que entendê-las e levá-las ao trono de Deus em louvor e gratidão por aquilo que Ele nos proporciona experimentar na vida. É mais fácil negar do que assumir o compromisso de encontrar uma resposta sábia e verdadeira às perguntas tanto simples quanto profundas do ser humano.
Por isso Deus nos convida a entender a sua criação como presente d’Ele para nós e não de demônios e monstros infernais que não sabem fazer absolutamente nada a não ser atormentar, mentir, roubar e matar as vidas e sonhos das pessoas.
Através do velhinho do Pólo Norte, aprendemos que a fé sem obras é morta e que é sempre bom presentear alguém, mesmo que não tenha sido uma boa criança. Escrever cartinhas a Noel nada mais é do que exercitar a criança a sonhar com seus presentes e objetivos mais íntimos. Outro dia, li uma carta que pedia um pão com manteiga; outra pedia uma maçã do amor; outra pedia um carrinho; outra pedia paz na Terra; e por aí vai. Tem até carta fazendo pedidos para outras pessoas!
Nada substitui a oração; nada substitui esse incrível momento onde a criação entra em intimidade com seu Criador; nada substitui o lugar de Deus na nossa vida e existência. E posso dizer com todo segurança que a criança entende bem isso!
Quando a gente cresce e vira aqueles adultos chatos e feios de espírito tudo isso que estou escrevendo é “coisa de criança”. Como é bom ser tachado assim por esses indivíduos, porque é desse jeito que Cristo quer que entremos no reino dos Céus; sendo como criança.
Há adultos que precisam de lisonjeios, elogios para se sentirem vivos. Crianças não, elas são o que são e ninguém não têm nada a ver com isso, a não ser seus pais. Crianças são simples e muito poderosas em seus sonhos e na sua luta por realizá-los. Por isso que não há dificuldade em acreditar em Papai Noel e em escrever-lhe cartas contando desejos, sonhos e presentes de Natal.
Nosso mundo recheado de ódio, transbordando indiferença parece que acaba encontrando seu verdadeiro sentido quando chega perto do Natal. Já houve na história das guerras, batalhas que pararam e inimigos antes mortais, acabaram se confraternizando, trocando cumprimentos, bebendo o vinho da paz, mesmo que fossem apenas por alguns instantes. Familiares que antes não se falavam, acabam descobrindo que faz bem abraçar e trocar palavras de perdão.
Mas dá a impressão que esse espírito tem se acabado, quase que desaparecendo do nosso coração e da nossa mente. A sensação que eu tenho é que não existe mais aquele clima de festa no ar, é como se fosse outro dia qualquer. No comércio nem se fala, é preciso ganhar dinheiro e pagar as contas. As pessoas passam umas pelas outras na correria da calçada e nem se olham para se cumprimentarem e desejarem um “Feliz Natal”. Não, não há mais isso!
As famílias, essas sofrem. Nunca houve tanta gente separada como antes. Parece que aqueles que morreram fazem uma falta além da conta, além da saudade. Pode não acontecer com todas as famílias, mas acontece. E aí me pergunto: Será mesmo que Jesus nasceu na vida dessas pessoas ditas cristãs? Será mesmo que as crianças, filhos e filhas dessas pessoas, acreditarão no Natal como antes deveria? Será que as pessoas estão prontas para viver uma vida além do simples consumismo e egoísmo que está rodeando o Natal nestes últimos anos?
Penso que acreditar no Papai Noel não seja substituir o insubstituível nem colocar a coroa que já pertence ao Rei dos reis em um bom velhinho. Imagino simplesmente Noel de joelhos diante do trono glorioso do Senhor Jesus dizendo: “Eis-me aqui, envia-me a mim”. Uma magnífica demonstração da graça de alguém que de fato existe; nosso eterno Salvador! Ah, você pode argumentar que Papai Noel é também um santo da Igreja Romana. Ótimo, então vou poder vê-lo no céu e é mais uma certeza que ele nada mais era do que um servo de Cristo.
Portanto, acredito em Papai Noel. Meus filhos vão acreditar e meus netos também. Mas eles também saberão que tudo isso não passa de um maravilhoso plano superior planejado pelo Pai nosso que está nos céus.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Voltei!!!
Mas hoje retorno com mais energia, mais disposição. Mesmo não tendo muitos comentários nos meus textos, vou continuar escrevendo. De duas; uma: ou escrevo tão bem que o povo fica constrangido de deixar um comentário, ou sou um fracasso o que diz respeito à arte da escrita.
Bom gente, estamos aí. Voltamos! Quer gostem ou não!
