quarta-feira, 2 de março de 2011
15 Anos sem Mamonas Assassinas!
sábado, 25 de dezembro de 2010
Feliz Natal e que Deus abençoe a todos!

domingo, 31 de outubro de 2010
Imitadores!
Arte e Artistas!
Quem nunca escutou a seguinte frase: “Você que é crente peca quando escuta música do mundo”? Eu escutei diversas vezes, inclusive já fui disciplinado porque fui a um show de música popular. “Onde já se viu”, me perguntavam, “um crente como você ir a esses encontros mundanos?”. Eu sou de onde? Desse mundo ou de Plutão? Será que minha mãe na verdade pertencia a uma comunidade de ETs que habitavam um dos anéis de Saturno e meu pai é um foragido da justiça da constelação de Antares? Claro que não. Bem, é claro que nem tudo que se canta e toca por aí é de boa qualidade, tem boa fama ou causa algum bem, mas não podemos também dizer que tudo que está aí é do capeta! Aliás, meus caros, muita coisa dita como “gospel” está mais para “bostel”!
Dias atrás mesmo fiquei meio que perdido quando escutei uma música, um funk, que dizia a seguinte frase: “Vou te comer!”. Não sei se era a dança do lobo mau, mas fiquei meio que escandalizado! Quer dizer que as cinco velocidades do famoso “créu” perderam força e agora o negócio é “comer” mesmo! Djavan que me desculpe, mas o “por dentro eu te devoro” de sua linda poesia está ficando muito tradicional! Chega de hinos poéticos, vamos entrar no “côro”!
Não precisamos ir longe. Nossas músicas, algumas, perderam seu verdadeiro valor de transmitir mensagens que fazem o nosso coração descansar, que fazem nossos olhos enxergarem esperança. Agora o negócio é ir “para esquerda, para direita, para frente e para trás”. Declarar que o Senhor é “Soberano sobre a terra, sobre os céus Tu és Senhor absoluto” é coisa do passado. É mais fácil dizer que “eu vou subir” muitas e muitas vezes até que eu entre em estado de Nirvana e suba mesmo!
Por outro lado, também não curto muito esse negócio bairrista de que só a música do cantor tal é que presta! Fica uma guerrinha de quem é melhor, de quem é mais poeta, de quem é mais. Esses Jihads da música gospel é que estragam com o verdadeiro sentido da música, que é comunicar as belezas do Senhor. Tem gente que entende o evangelho quando escuta Diante do Trono e tem gente que entende o evangelho escutando Stênio Marcius; claro que não há comparação entre eles. Lógico, são propostas diferentes, mas carregam dentro de si a vontade de cantar aquilo que acreditam!
Dizer que esse cantor ou aquela cantora não é de Deus passa a ser acusação séria. Ninguém que é humano pode chamar para si a responsabilidade de julgar quem quer que seja, pois a cadeira de Juiz já tem dono e está ocupada antes mesmo de existir mundo!
Meu convite é que aprendamos a curtir melhor a arte que Deus permite que seres humanos, abençoados com sua graça comum, acabam criando de uma forma belíssima. As artes estão aí para serem instrumentos de benção e de manifestações da presença de Deus aqui na Terra! Sejamos mais artistas, mais palhaços, mais malabaristas, mais compositores, mais poetas, e menos chatos, pelo amor de Deus!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
As Senhoras Primeiro
A Voz de Alguém
Dizem que a voz do povo é a voz de Deus. Não sei até onde isso é verdade, até onde Deus pode mesmo usar da voz do povo para falar alguma coisa. Mas o que sei e o que vi nesses poucos anos de vida é que nem sempre Deus está ecoando a voz do povo. Porém me ocorre que numa passagem específica das Escrituras Sagradas fica essa grande pergunta. Que voz condenou a Cristo à cruz? Seria a voz do povo ou a voz de Deus?
Numa eleição onde o universo inteiro estava envolvido, tínhamos de um lado o candidato do mundo; Barrabás, e do outro havia o candidato para o mundo; o próprio Cristo! Um representava a vontade soberana dos homens, o desejo de ser independente, o anseio de se ver livre de qualquer Deus humano. O Outro representava o interesse soberano do único Soberano, a vontade de ver Sua criatura livre do desejo de querer ser Deus, o desejo de libertar de uma vez por todas a Sua obra-prima de qualquer estereótipo pseudo santo ou pseudo religioso. A multidão fez a sua escolha. Mas qual seria a escolha?
Eles deveriam escolher aquele que sairia livre, sem culpa, perdoado de seus crimes. Aquele que ficasse estaria fadado à cruz e ao sofrimento que a crucificação acarretava. Em certo sentido, a multidão foi sim a voz de Deus. Deus escolheu que o homem fosse livre de sua culpa e de seu sofrimento e escolheu sofrer a vergonha do madeiro. A multidão mais uma vez foi um instrumento imperfeito nas mãos do Perfeito!
Há certos movimentos na nossa vida que a gente não entende e quando a gente força para entender parece que o sofrimento é dobrado. Há escolhas que a gente faz que, muitas vezes, não mostram nenhum resultado aparente. O fato de Cristo ter sido escolhido pelo povo não foi porque eles sabiam que a profecia precisava se cumprir e que o Cordeiro de Deus precisava ser sacrificado; eles queriam na verdade romper com esse Cristo atrevido, enxerido que veio da cidadezinha de Nazaré achando que era filho de Deus. As palavras de Jesus incomodavam a religiosidade e os interesses dos líderes. Eles não queriam a salvação; queriam a morte Daquele que prometia vida eterna!
Mas o tiro saiu pela culatra! Mesmo o mundo não querendo a salvação, negando até o último minuto o desejo de liberdade, Deus concedeu salvação de graça com graça. Mal sabia o povo que dizendo: “Crucifica-o” para Pilatos acerca de Jesus, ele estava dizendo sem saber que reconheciam o fato daquele Galileu Nazareno, filho de carpinteiro ser o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. E tirou mesmo!
A história mostra que o pedido de morte partiu da multidão, mas a história também mostra que a infecção da humanidade pela vida partiu do próprio Deus antes mesmo da existência do universo. Se a voz do povo é a voz de Deus eu não sei. Só sei de uma coisa. Quando o povo saiu para crucificar o nosso Rei, quando saiu para zombá-lO e para maltratá-lO, Deus já havia dito que a salvação havia chegado e que era tempo de se alegrar.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Quando a Decepção Fala Mais Alto!
O Vôo das Aleluias!
Dias atrás choveu demais aqui na minha cidade. Chuva boa, daquela que dá vontade de tomar banho. Mas depois daquela chuvarada vieram as famosas “Aleluias”. Aqueles bichinhos voadores que não podem ver uma frestinha de luz que já estão lá se debatendo no chão e voando sem direção, ao menos é minha impressão.
Cheguei à noite em casa e as luzes da frente estavam acesas. Foi o suficiente para ver as dezenas desses insetos voadores deitando e rolando no meu quintal. Nesse meio tempo, algo chamou minha atenção. Aqueles insetos em que as suas asas foram, por alguma razão, arrancadas de seus corpos nem andavam mais, aparentavam estar mortos, ainda que houvesse claramente vida. Dava a impressão que a vida não tinha mais sentido, as asas foram arrancadas, não tem como voltar pra casa, não tem como ir ao encontro dos demais, tudo está perdido! Só lhes resta mesmo a morte!
Fiquei pensativo por alguns instantes! Dizem que as “Aleluias” avisam que, depois da chuva, sempre vem a estiagem, ou seja, em muitos casos isso é boa notícia! Mas durante o caminho, durante sua missão de avisar que algo de bom está para acontecer, às vezes coisas ruins acontecem e não há nada o que fazer quando se perdem as asas!
Muitas vezes a gente fica chateado com algumas coisas que atormentam nossa alma, angustiam nosso coração. Coisas que tiram a nossa calma e sem razão roubam nossa paz. Tem dia que a gente levanta de manhã achando que o dia vai ser produtivo, vai ser bom e de repente a gente é surpreendido novamente! Mais uma peça pregada pela vida e a gente fica mais uma vez sem asas e sem vontade nenhuma de continuar insistindo pela vida.
O Grande Milagre que costuma acontecer nessas ocasiões é que a gente aprende a voar sem precisar das asas. A sensação é que tem Alguém segurando a gente. São nessas horas em que o Grande Milagre se torna significativo trazendo sentido à vida e fazendo a gente entender os nossos sofrimentos, não fugir deles chamando-os de “coisas do Diabo” ou algo parecido!
Muitas vezes o espinho na carne faz a gente entender o que a graça do Cristo realmente nos basta. Talvez o milagre que tenha que acontecer não seja o fim da dor, mas aprender de vez as profundas revelações celestiais que somente o sofrimento pode trazer. Talvez o fato das nossas asas terem sido tiradas por alguma razão que a gente não entende e nem pediu para que acontecesse sirva para que a gente olhe para o alto, quebrando o orgulho e peça por mais uma chance!
terça-feira, 13 de julho de 2010
Dia Internacional do Rock'n Roll!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Meu Aniversário!
